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Dois anos do rompimento da barragem de Fundão

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Thiago Barcelos
Dois anos do rompimento da barragem de Fundão, em Bento Rodrigues, distrito de Mariana. Uma tragédia socioambiental, com forte repercussão nacional e internacional, que continua provocando discussões em várias organizações sociais. A UFOP articulou com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) na criação do Observatório Interinstitucional da Tragédia Mariana-Rio Doce, uma rede colaborativa que pretende mapear os estudos sobre as práticas e inovações na geração de renda por parte dos cidadãos atingidos.
 
Confira as ações programadas pelos projetos da Universidade nos próximos dias:
Além dos projetos resultantes da parceria que resultou no Observatório, outros trabalhos foram desencadeados em várias instâncias da Universidade, por meio de coletivos, ações pedagógicas, oficinas, investigações jornalísticas, entre outras ações realizadas por alunos, professores e técnicos da Instituição.
 
 
DO PASSADO AO PRESENTE! FUTURO? RECONHECENDO O TEMPO - O projeto trabalhou com todas as séries da Escola Municipal Bento Rodrigues a questão do rompimento da barragem de Fundão na perspectiva das expectativas de futuro. Ele foi desenvolvido em parceria com três projetos de Extensão da Ufop, integrantes do Programa de Extensão Sujeitos de suas Histórias. Os projetos trabalham memória, identidades, afetos e trauma com crianças e adolescentes de Bento Rodrigues.
 
No próximo domingo (5), a partir das 13h, serão apresentados os resultados do projeto. A programação ocorrerá no Centro de Convenções e inclui uma série de ações realizadas por professores e alunos da UFOP a partir do programa de extensão. Entre as atividades, estão, o lançamento da cartilha "Criança Faz Cultura: Promovendo Igualdade Racial na Escola", roda de conversa com a terceira idade e o lançamento de livros escritos por alunos da Escola Municipal Bento Rodrigues.
 
DOIS ANOS DE "A SIRENE" - O jornal "A Sirene" é produzido, desde novembro de 2015, pelos atingidos da Barragem do Fundão (Samarco) em parceria com o curso de Jornalismo da UFOP. Para os editores do jornal, sem essa relação entre a comunidade e a Universidade, não seria possível a continuidade do projeto, necessário à causa dos atingidos. 
 
Com isso, a partir de sábado (4), A Sirene disponibiliza uma programação especial em prol das vítimas do rompimento da barragem e para lembrar a tragédia. Confira a programação.
 
 
Leia mais:
 
GRUPOS DE PESQUISA DA UFOP DESENVOLVEM PROJETOS NAS ÁREAS DE ARQUITETURA E DIREITO COM OS ATINGIDOS - O GEPSA tem como objetivo discutir o rompimento da barragem, a fim de potencializar ações, fazer contatos de ajuda e desenvolver projetos nas áreas do Direito e da Arquitetura.
 
JORNALISMO - Produtos feitos pelos estudantes matriculados no curso de Jornalismo também abordaram o tema nos últimos anos. Além de ter dedicado sua edição de dezembro de 2015 para o assunto, o Jornal Lampião, laboratório do curso que fica no campus de Mariana da UFOP, teve um texto premiado na edição de julho de 2016. A reportagem "Marcas invisíveis", produzida por Mariana Viana e Luísa Campos, que apresenta os efeitos psicológicos do rompimento da barragem de Fundão para os moradores de Barra Longa, ficou com o 1º lugar no Prêmio Délio Rocha.
 
Já a revista Curinga, que também é um produto laboratorial do curos, dedicou duas edições à tragédia: a de março de 2016, a primeira publicada depois do rompimento, e a de novembro de 2016, quando completou-se um ano do ocorrido.
 
Alunas do curso foram premiadas na última terça (31) por um trabalho que também está relacionado à tragédia. O documentário AtingidAs, produzido pelas estudantes de jornalismo Daniela Felix, Miriã Bonifácio e Larissa Oliveira, sob orientação da professora Karina Gomes Barbosa e da jornalista Bianca Vasconcellos, ficou entre os dez trabalhos vencedores do 9º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, do Instituto Vladimir Herzog.

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