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Mesa de conversa do GEPSA sobre rompimento da barragem rende novas visões

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Thiago Barcelos - Jornal Lampião
 
Professores de Biologia, Química, Física, Geografia, Direito e Turismo decidiram não ficar parados diante da tragédia do rompimento da Barragem de Fundão, da empresa Samarco. Juntaram-se e criaram o Grupo de Estudos e Pesquisas Socioambientais (GEPSA) para discutir sobre o rompimento e desenvolver projetos com essas áreas. Para agregar no direcionamento e ideias, na sexta-feira (26), o grupo recebeu o diretor do Centro RIO+, representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Global (PNUD), Rômulo Paes de Sousa. 
 
A professora do Departamento de Direito, Tatiana Ribeiro de Souza, conta que a finalidade é desenvolver projetos de pesquisa dentro do grupo. Com a partipação do diretor, a ideia é ouvir um pouco. “Saber um pouco o que fazer para potencializar as ações, fazer contatos de ajuda”, aponta. 
 
O representante do PNUD frisou que o desastre teve repercussão nacional e internacional, e, até o acidente, a Samarco era vista como uma empresa modelo de manuseio de rejeitos. Segundo ele, isso mostra muitas fragilidades do orgão regulamentador da mineração.
 
Ele acredita que "há excesso de ativismo do judiciário e do executivo, mas falta coordenação". Ele também "nota a omissão do legislativo e que o Ministério Público ocupou o vácuo político no momento imediatamente posterior ao desastre, mas que o papel de coordenação é do Governo Federal". 
 
O papel da Universidade também é importante nessa discussão de medidas para ajudar todos e tudo o que foi afetado. “É importante na função híbrida, ativismo civil, conhecimento técnico ideal para dar credibilidade ao debate. Uma grande oportunidade de pesquisa pode derivar desse processo”, comenta o diretor.
 
Para finalizar, Sousa argumentou que "se não houver organização, será uma perda de esforços para resgatar tudo. Só que faltam alguns elementos técnicos para dar conta. É preciso vários atores de várias áreas", concluiu. 

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