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Professora do DEDIR é nomeada Coordenadora Adjunta da CAPES

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Divulgação

A professora do Departamento de Direito (DEDIR) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Flaviane de Magalhães Barros B. de Morais, foi nomeada Coordenadora Adjunta da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) para a área de Direito no quadriênio 2018-2022. 

A nomeação ocorreu por meio da Portaria CAPES n. 90, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 4 de maio, e a posse acontecerá na primeira reunião de representantes de áreas e coordenadores adjuntos. Além da professora Flaviane, o professor Otávio Luiz Rodrigues Junior, da Universidade de São Paulo (USP), e o professor Ingo Sarlet, da PUC do Rio Grande do Sul, compõem a área de direito da CAPES. 

Dentre outras atribuições, a CAPES tem o papel de regular a pós-graduação nas diversas áreas de conhecimento. O sistema de pós-graduação no Brasil foi divido por áreas (Ciências Biológicas, Engenharias, Medicina, Direito e outras), cabendo a cada uma delas um coordenador acadêmico e dois coordenadores adjuntos para os cursos acadêmicos e profissionais respectivamente. 


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Divulgação
Professora Flaviane Barros

 
 
A seleção inicial para o cargo requer consulta aos coordenadores dos Programas de Pós-Graduação em Direito, que votam em até cinco professores. Os mais votados são convidados para apresentar um plano de trabalho para o período que irá exercer e, após a consulta à área, a designação é feita pelo presidente da CAPES. Sobre a expectativa para o novo cargo, Flaviane diz que "é um grande desafio exercer a função, e é gratificante porque tenho o apoio de meus colegas, professoras e professores dos Programas de Pós-graduação em Direito." 
 
A função de representação de área busca efetivar um importante diálogo entre a área (docentes e discentes) e a agência reguladora (CAPES). A representação é responsável pela definição de critérios para avaliação de periódicos, livros e eventos ligados à pós-graduação em Direito, por auxiliar a autorização de novos cursos de mestrado e doutorado profissionais, avaliar a cada quatro anos o desempenho e a qualidade dos programas profissionais, além de discutir sobre internacionalização e solidariedade entre os cursos. 

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