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Curso de Música da UFOP passa por transformações para 2019

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NPG

Quem tem interesse em fazer graduação em Música na UFOP deve ficar atento às vagas oferecidas no SiSU no próximo ano, pois a prova de aptidão específica será extinta e só será considerado o resultado das provas do Enem de 2018. O curso, que é exclusivo de licenciatura, também sofrerá alterações na matriz curricular.

O currículo do curso de Música vai além da formação inicial, que é a preparação do aluno para a sala de aula, preparando-o também para a pesquisa e buscando seu aprimorando em um instrumento. A adaptação da matriz curricular vem da necessidade de adequação às novas linguagens. Outro aspecto considerado são os alunos, que, em geral, buscam não apenas o título de professor de Música, mas também almejam lidar com novas tecnologias, com engajamento e pesquisa. 

NOVO CURRÍCULO - O novo currículo será composto pelos seguintes eixos: ensino e aprendizagem, com disciplinas de caráter pedagógico, ofertadas pelo Departamento de Educação da UFOP; disciplinas específicas de ensino da música; e disciplinas teóricas, como musicologia, filosofia e ciências humanas, auxiliando o aluno a refletir sobre as dinâmicas culturais em que a música se coloca. Além disso, as partes instrumental e vocal terão foco especial na nova matriz curricular do curso, estando presentes em todos os períodos. 

A coordenadora do curso de Música da UFOP, Virgínia Albuquerque, explica que a mudança no processo seletivo vem da percepção do sujeito como capaz e do entendimento de que ele, mesmo não tendo uma formação inicial específica em um instrumento, pode trazer experiências culturais que contribuam para o curso se tornar cada vez mais plural. 

Segundo Virgínia, nos primeiros semestres o aluno passará pelo processo de musicalização, que altera sua relação com a música, o modo como é afetado por ela e sua percepção do fazer musical, contribuindo para que ele se veja, com o tempo, não apenas como um mero reprodutor, mas também como criador.

No 5º período do curso, depois de passar pelas diversas modalidades instrumentais e de canto, em conjunto com a regência, o estudante poderá optar por um instrumento específico para se especializar até o último semestre. 

O incentivo a projetos de extensão e pesquisa, de forma articulada com a formação de professores, também é um foco importante, segundo a coordenadora, pois a expectativa é formar cada vez mais pesquisadores com trabalhos autorais. 

De acordo com Virgínia, o curso começou com uma experiência inclusiva e, com essas mudanças, preserva e amplia essa inclusão, uma vez que o processo de musicalização também deve levar em consideração as condições socioeconômicas dos estudantes e o acolhimento, especialmente agora, com o novo processo seletivo, exclusivamente por meio do Enem/SiSU, que a Universidade deve receber estudantes de diversas localidades do Brasil. 

Para mais informações sobre as vagas da UFOP no SiSU, acesse o site

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