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PROTOCOLOS DE AÇÃO COLETIVA

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AVISO
Esta é uma versão provisória do Protocolo de Biossegurança que foi divulgada para auxiliar nas discussões emergenciais da UFOP. A versão final será disponibilizada em breve no formato de site e em PDF. Para localizar o item que deseja consultar, utilize o atalho CTRL+F e digite uma palavra-chave dentro da página que está buscando.

 

A pandemia de coronavírus tem nas preocupações com o coletivo sua estratégia principal. O uso de máscaras, os baixos índices de aglomeração, o distanciamento social, o isolamento (quando possível) estão entre as ações efetivas no combate à doença. 
 
A retomada de ações, segundo as recomendações das autoridades sanitárias e da comunidade científica, deve ser realizada de maneira monitorada e gradual. Por isso, a ocupação de espaços coletivos e compartilhados deve seguir protocolos estritos que permitam a manutenção da segurança para todos os usuários. 
 
As rotinas da universidade deverão passar por adequações que incluem restrição parcial ou total no uso de áreas comuns, escalonamento de acesso, reforço das medidas individuais que afetam a coletividade, oferta de materiais que garantam o cumprimento das medidas de segurança sanitária e o acompanhamento do cumprimento das determinações deste protocolo. 
 
Entre os espaços de uso comum que podem ter restrição parcial ou total de acesso de acordo com o momento da pandemia ou da retomada, destacamos:
 
I- Auditórios;
II- Bibliotecas;
III- Lanchonetes;
IV- Restaurantes;
V- Espaços de convivência;
 
 
Protocolo de ações: Auditórios
 
A UFOP conta com 12 auditórios nas suas unidades, todos eles com capacidade e estrutura variada de ventilação e de espaço entre os usuários, distribuídos da seguinte maneira:
 
Ouro Preto
  • Campus Morro do Cruzeiro
  • Escola de Minas 
  • Escola de Farmácia
  • Museu da Farmácia
  • Degeo
  • Iceb
  • Cead
  • Centro de Convenções
    • Auditório São João Del Rei 1 
    • Auditório São João Del Rei 2
    • Teatro Ouro Preto
João Monlevade
  • Icea
Mariana 
  • ICHS 
  • Icsa  
 
A lotação dos auditórios deverá seguir a relação “pessoas por m2”, como orientam dos órgãos de saúde e conforme liberação do Corpo de Bombeiros. Além disso, é necessário que os gestores das unidades considerem a distância mínima de 1,5 metros ao determinar quais cadeiras serão ou não ocupadas no auditório. Durante a ocupação, sugere-se que cada unidade siga as seguintes recomendações:   
 
I- Formar uma equipe de gestão de público para garantir o controle dos fluxos do público, das forças de trabalho e o cumprimento das medidas de segurança e saúde. 
II- Informar publicamente, de maneira impressa e afixada na porta de entrada, o número máximo de pessoas permitidas dentro dos auditórios. Esta informação deverá ser ajustada sempre que uma nova fase do protocolo de retomada for iniciada.
III- Em auditórios com cadeiras fixas, deverá ser usado o padrão de um assento para dois seat kill em fileiras alternadas (fileira sim/fileira não), desde que garantam a distância mínima de 1,5m entre as pessoas. 
IV- Em auditórios a serem montados (cadeiras móveis), a distância mínima entre as cadeiras deverá ser de 1,50m.
V- Em auditórios com cadeiras fixas, a quantidade de assentos ocupados respeitará a capacidade do local de acordo com a capacidade determinada pelo Corpo de Bombeiros ou o especificado no projeto de prevenção e combate a incêndio, desde que garantam a distância mínima de 1,5m entre as pessoas. 
VI- Em auditórios a serem montados (cadeiras móveis), a quantidade de cadeiras respeitará a capacidade do local de acordo com a capacidade determinada pelo Corpo de Bombeiros ou o especificado no projeto de prevenção e combate a incêndio, desde que garantam a distância mínima de 1,5m entre as pessoas. 
VII- Deverão ser instaladas lixeiras para descarte de máscaras nas entradas e saídas do auditório, de modo a garantir que não haja aglomeração. 
VIII- Deverão ser instalados pontos de higienização nas entradas e saídas do evento e também nas entradas de todos os espaços e salas, de modo a garantir que não haja aglomeração. 
IX- Deverão ser feitos comunicação e anúncios ao público sobre medidas de segurança em saúde. Estas comunicações devem ser realizadas antes e durante o evento.
X- Deverá haver demarcação no piso orientando-as para o sentido de direção (mão e contramão). 
XI- Deverá haver marcação no solo para orientar distanciamento mínimo de 1,5m para filas de entrada.
XII- As saídas deverão ser organizadas por fileiras para que não ocorra aglomeração caso todos saiam simultaneamente.
 
Quando estes espaços receberem eventos culturais ou acadêmicos é necessário também seguir as recomendações municipais de segurança sanitária. Isso se aplica tanto a eventos públicos quanto privados.
 
 
Protocolo de ações: segurança nos campi
 
A UFOP conta com funcionários terceirizados nos serviços de segurança patrimonial e portaria, que são acompanhados por um preposto (representante da empresa que executa o contrato) e pelo gestor do contrato (servidor público designado pela UFOP). Esses funcionários, ao atuarem junto à universidade, devem também atender aos critérios de retomada indicados pela instituição. 
 
No contexto da pandemia, as empresas que atuam junto à universidade, os prepostos e os gestores de contrato devem trabalhar juntos, cada um em sua responsabilidade, para: 
 
I- Evitar possíveis aglomerações nos campi, considerando como tal grupos de pessoas que não mantenham um distanciamento mínimo de 1,5m entre si e/ou sem o uso de máscaras;
II- Garantir a proteção patrimonial de dispensers de álcool gel e de quaisquer outros objetos ou equipamentos utilizados para proteção contra o coronavírus;
III- Orientar a comunidade quanto aos pontos de entrada, regras de acesso e/ou controle;
IV- Fiscalizar o uso de máscaras de tecido por parte de funcionários terceirizados, visitantes, prestadores de serviço eventual, docentes, discentes e técnicos administrativos nas dependências da universidade;
V- Criar rotinas de higienização de sua estação de trabalho com álcool 70% ou quaternário de amônia (telefones, teclados de computador e outros equipamentos compartilhados antes e após o uso e bancadas nas trocas de turnos);
VI- Manter o espaço de trabalho organizado.
 
 
Protocolo de ações: Higienização de ambientes
 
Os setores, órgãos e unidades devem observar as seguintes medidas, adaptando suas rotinas a elas, sem prejuízo a outras ações que sejam necessárias (recomendadas posteriormente pelas autoridades sanitárias municipal, estadual e federal ou pela administração superior da UFOP):
 
I- Adoção preferencial de ambiente com ventilação natural no local de trabalho, utilizando o ar-condicionado somente quando indispensável;
II- Realização de campanhas de conscientização e estímulo à limpeza da estação de trabalho e demais objetos pessoais pelo próprio servidor;
III- Definição e estímulo à rotina de higienização frequente de objetos e materiais de uso intenso como mesas, computadores, telefones, objetos de trabalho e de uso pessoal;
IV- Definição de rotinas de higienização de áreas comuns como elevadores, corrimões, maçanetas, bebedouros, pias etc.;
V- Facilitação do acesso de servidores, discentes, funcionários terceirizados e visitantes aos materiais necessários para higienização como água, sabão, álcool 70% ou outro saneante aprovado pela ANVISA.
 
A equipe de limpeza da Universidade Federal de Ouro Preto é composta por funcionários terceirizados que são responsáveis pela higienização rotineira de banheiros, salas de aulas, bibliotecas, salas de estudo, laboratórios, áreas administrativas e restaurantes universitários. Eles são acompanhados por um preposto (representante da empresa que executa o contrato) e pelo gestor do contrato (servidor público designado pela UFOP). Esses funcionários, ao atuarem junto à universidade, devem também atender aos critérios de retomada indicados pela instituição.
 
No contexto da pandemia, as empresas que atuam junto à universidade, os prepostos e os gestores de contrato devem trabalhar juntos, cada um em sua responsabilidade, para:  
 
I- Criar e executar protocolos de desinfecção com definição de rotinas de higienização adequadas à nova realidade;
a. limpar cuidadosamente as superfícies ambientais com água e detergente e aplicar desinfetantes comuns usados em nível hospitalar (como hipoclorito de sódio 0,5% e álcool 70%);
b. a equipe de serviços gerais deve fazer uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI) apropriado para a atividade a ser exercida;
c. os funcionários devem higienizar frequentemente suas mãos;
d. a desinfecção pode ser realizada com álcool a 70%, com tempo de exposição de um minuto;
e. seguir o protocolo vigente de desinfeção de ambientes e superfícies, que indica nunca varrer superfícies a seco, pois esse ato favorece a dispersão e microrganismos que circulam pelas partículas de pó. Utilizar a varredura úmida, que pode ser realizada com “mops” ou rodo e panos de limpeza de pisos;
 
II- Definição de rotinas de higienização frequente;
a. ampliar a frequência de desinfecção de mesas, estações de trabalho, corrimão de escada, coletoras de digital do ponto manual, botões de elevadores, maçanetas de portas, válvulas de descargas de vasos sanitários, torneiras, espelhos de interruptor de luz;
b. evitar a rotatividade dos profissionais nas áreas potencialmente contaminadas, estabelecendo escalas e treinamento apropriado para a equipe que atua nesses locais.
 
III- Garantir a distribuição de materiais de higienização, o fornecimento de todos os insumos como sabão líquido, álcool 70% líquido e em gel e EPIs para todas as equipes.
 
 
Protocolos de ação: Condicionadores de ar
 
Uma das principais recomendações das autoridades sanitárias no enfrentamento à pandemia é a ventilação adequada de ambientes e a diminuição ou eliminação do uso de sistemas de ar-condicionado. Desta maneira, é possível minimizar a circulação do vírus nos ambientes. Seguindo esta recomendação, indica-se que: 
 
I- Em locais que possuam sistema de climatização com níveis de renovação e filtragem do ar, adequados à Norma ABNT NBR 16401, como ar-condicionado central e sistemas VRF, recomenda-se que permaneçam ligados. Nestes casos não são recomendados o desligamento dos sistemas ou a abertura de janelas; 
II- Locais que possuem sistema de climatização "individuais" (como sistema Split e Ar-Condicionado de Janela), cujos níveis de renovação de ar e filtragem não podem obedecer aos requisitos normativos, recomenda-se o desligamento dos equipamentos e o uso da ventilação natural.
Para todas as edificações, recomenda-se que as rotinas de manutenção sejam reforçadas e que atendam os regulamentos técnicos (ABNT NBR 16401, Plano de Manutenção, Operação e Controle – PMOC, RE 09 da Anvisa e Lei nº 13.589/2018), com ênfase na execução da limpeza. 
 
 
Protocolo de ações: Higienização de vestiários, banheiros 
 
Ainda de acordo com as recomendações de autoridades sanitárias, a higienização individual e dos espaços de circulação, principalmente os compartilhados, auxilia no controle da disseminação do vírus. No caso específico de vestiários e banheiros a circulação de pessoas é mais intensa e demanda maior frequência e cuidado com as rotinas de limpeza. Seguindo esta recomendação, indica-se aos responsáveis pela limpeza e manutenção destes espaços:
 
I- Aumentar a frequência de limpeza e higienização;
II- Servidores e terceirizados devem vir à universidade já uniformizados para reduzir o fluxo de pessoas em vestiários;
III- Manter as portas abertas para ampliar a ventilação dos espaços sempre que possível;
IV- Suspender o uso de chuveiros;
V- Torneiras e mictórios devem ser interditados para garantir distanciamento mínimo de 1,5m durante utilização simultânea;
VI- Afixar cartazes estimulando lavar as mãos da maneira correta após o uso dos banheiros. Recomenda-se a adoção de uma imagem padronizada nas dependências da universidade;
VII- Disponibilizar sabão líquido, toalhas de papel e álcool gel em todos os banheiros e vestiários para garantir condições adequadas de higienização
 
 
Protocolo de ações: Higienização de espaços de atendimento de saúde
 
O protocolo de higienização do Centro de Saúde deve seguir as recomendações da NOTA TÉCNICA Nº 26/2020/SEI/COSAN/GHCOS/DIRE3/ANVISA e Segurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies/ANVISA.
 
Os processos de limpeza de superfícies em serviços de saúde envolvem a limpeza concorrente e limpeza terminal, como detalhado abaixo:
 
I. Limpeza concorrente: É o procedimento de limpeza realizado diariamente em todas as unidades dos estabelecimentos de saúde com a finalidade de limpar e organizar o ambiente, repor os materiais de consumo diário (por exemplo, sabonete líquido, papel higiênico, papel toalha e outros) e recolher os resíduos, de acordo com a sua classificação. Nesse procedimento estão incluídas a limpeza de todas as superfícies horizontais, de mobiliários e equipamentos, portas e maçanetas, parapeitos de janelas, e a limpeza do piso e instalações sanitárias. A frequência da limpeza concorrente deve ser estabelecida de acordo com a classificação das áreas.
A. Áreas críticas (locais de realização de procedimentos invasivos, atendimento de pacientes com doenças contagiosas ou manuseio de equipamentos contaminados): frequência mínima de três vezes por dia; com data e horário preestabelecidos e sempre que necessário.
B. Áreas semicríticas (locais onde circulam pacientes que não possuem doenças contagiosas): frequência mínima de duas vezes por dia; com data e horário preestabelecidos e sempre que necessário.
C. Áreas não críticas (áreas não ocupadas por pacientes como administração, almoxarifado, etc): frequência mínima de uma vez por dia; com data e horário preestabelecidos e sempre que necessário.
 
II. Limpeza terminal: é a limpeza mais completa, incluindo todas as superfícies horizontais e verticais, internas e externas. É importante o estabelecimento de um cronograma com a definição da periodicidade da limpeza terminal com data, dia da semana e horários, conforme a criticidade das áreas. A frequência da limpeza concorrente deve ser estabelecida de acordo com a classificação abaixo:
A. Áreas críticas (locais de realização de procedimentos invasivos, atendimento de pacientes com doenças contagiosas ou manuseio de equipamentos contaminados): Semanal (data, horário, dia da semana preestabelecido).
B. Áreas semicríticas (locais onde circulam pacientes que não possuem doenças contagiosas): Quinzenal (data, horário, dia da semana preestabelecido).
C. Áreas não críticas (áreas não ocupadas por pacientes como administração, almoxarifado, etc): Mensal (data, horário, dia da semana preestabelecido).
 
III. A limpeza deve ser realizada com técnica apropriada. Observar as recomendações da ANVISA referente à técnica de dois baldes, técnica de limpeza de piso com “mop”, limpeza com máquinas de rotação e técnica de desinfecção.
 
IV. A seleção, escolha e aquisição dos produtos saneantes (sabões, detergentes e desinfetantes na diluição recomendada) deve obedecer a legislação vigente. Apesar de ainda não termos produtos registrados e testados contra a cepa do SARS-Cov-2, recomenda-se os produtos que já foram testados contra outros coronavírus e vírus envelopados, como preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS):
A. Álcool 70%
B. Hipoclorito de sódio a 0.5%
C. Alvejantes contendo hipoclorito (de sódio, de cálcio) a 2-3.9%
D. Iodopovidona (1%)
E. Peróxido de hidrogênio 0.5%
F. Ácido peracético 0,5%
G. Quaternários de amônio, por exemplo, o Cloreto de Benzalcônio 0.05%
H. Compostos fenólicos
I. Desinfetantes de uso geral com ação virucida
 
Obs. A água sanitária e alvejantes comuns podem ser utilizados diluídos para desinfetar pisos e outras superfícies (desde que se garanta tempo de contato de 10 minutos). Lembre-se de que estes produtos podem deixar manchas em alguns materiais. Recomenda-se a seguinte diluição e uso imediato do produto, pois a solução é desativada pela luz:
1. Água sanitária: diluir 1 copo (250 ml) de água sanitária / 1 litro de água.
2. Alvejante comum: 1 copo (200 ml) de alvejante / 1 litro de água.
 
 
Protocolo de ações: Laboratórios
 
Ações individuais e coletivas devem ser tomadas de modo a garantir a segurança sanitária dos usuários dos espaços coletivos da universidade. Nestas recomendações, consideramos também que alguns laboratórios têm suas janelas vedadas e dependem do uso de ar condicionados (Consultar também o item “Protocolo de ações: Condicionadores de ar”); que trabalham com materiais contaminados (Consultar também o item “Protocolo de ações: Higienização de espaços de atendimento de saúde” ou o item “Protocolo de ações: Laboratórios que atuam com SARS-COV-2”, conforme o caso) e que não podem ter suas ações interrompidas, em que se recomenda atenção especial aos protocolos de escalonamento e de circulação de pessoas. Orientações a serem seguidas com intuito de garantir a segurança no uso dos laboratórios e reduzir o risco de contaminação pelo novo coronavírus:
 
I- Orientar higiene frequente das mãos, garantindo a disponibilidade de estrutura e insumos, como álcool em gel, pias, água, sabonete e papel toalha;
II- Manter o uso de máscaras por toda a equipe durante todo o turno de trabalho. Se a atividade envolve risco biológico, utilizar máscaras descartáveis, pois há necessidade de que ela também funcione como equipamento de proteção individual. Caso contrário, é possível o uso de máscaras de tecido. 
III- Sempre que possível manter janelas abertas e ventilação natural;
IV- Seguir rigorosamente as recomendações sobre manejo de resíduos;
V- Criar agendamento prévio para realização de experimentos ou atividades relacionadas, principalmente em laboratórios/equipamentos multiusuário;
VI- Criar escala de trabalho para garantir distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas e evitar aglomeração. Preferencialmente dispor os pesquisadores de forma alternada nas bancadas;
VII- Flexibilizar horários de trabalho, sempre que possível, para evitar horários de pico no transporte público.
VIII- Orientar a equipe a não comparecer ao laboratório em caso de febre e/ou sintomas gripais e/ou contato próximo com indivíduo suspeito ou confirmado para COVID-19 nos últimos 14 dias; 
IX- Orientar o uso das seguintes vestimentas obrigatórias: Calçado fechado (não permitir chinelos, sandálias ou qualquer calçado aberto); Jaleco;
X- Proibir consumo de bebidas ou alimentos dentro do laboratório;
XI- Evitar o uso de espaços de convivência como copas, locais de descanso, etc;
XII- Realizar reuniões preferencialmente por videoconferência;
XIII- Criar rotinas de higienização de superfícies de alto toque como bancadas, maçanetas, interruptores, puxadores, mesa de apoio, etc. Esta rotina deve incluir higienizações com periodicidade mínima diária;
XIV- Higienizar a bancada ao término do experimento utilizando o seguinte procedimento: borrifar álcool 70% no papel toalha e passar nas superfícies e equipamentos utilizados;
XV- Higienizar equipamentos e materiais de uso compartilhado (pipetas, p.e.) com álcool 70% ou quaternário de amônia antes da utilização. O uso de hipoclorito não é recomendado em equipamentos eletrônicos ou metais devido os risco de corrosão.
XVI- Não compartilhar materiais de escritório como canetas, cadernos, borrachas.
 
 
Protocolo de ações: Laboratórios que atuam com SARS-CoV-2
 
Os laboratórios devem implementar todas as medidas definidas na Nota Técnica Nº 04/2020 GVIMS/GGTES/Anvisa para prevenção e precaução, tais como procedimentos de higiene das mãos e distanciamento durante todo o período que permanecerem na UFOP. Além das medidas de prevenção recomendadas para laboratórios que não atuam com SARS-CoV-2, devem ser implementadas as seguintes ações:
 
I. As portas devem ser mantidas fechadas e adequadamente identificadas. O símbolo de “Risco Biológico” deverá ser colocado na entrada do laboratório. Este sinal de alerta deverá conter informações como o nome do agente manipulado (SARS-CoV-2), o nível de biossegurança (NB-2), as imunizações necessárias, o nome e número do telefone do pesquisador, o tipo de equipamento de proteção individual que deverá ser usado no laboratório e os procedimentos necessários para entrar e sair do laboratório;
II. O acesso ao laboratório deve ser limitado durante os procedimentos operacionais, de modo a garantir a distância mínima de 1,5m;
III. Pertences pessoais dos trabalhadores devem ser mantidos em locais fora das instalações do laboratório;
IV. Controle rigoroso de disponibilidade de insumos como sabonete líquido, álcool 70%, papel toalha e EPIs (capote, máscaras, gorro, propés, luvas e óculos de proteção). A comunicação e o pedido de reposição dos insumos devem ser realizados com antecedência, de modo a garantir o abastecimento antes da finalização dos estoques em uso pelo laboratório;
V. Não sair de nenhuma área de pesquisa portanto os EPIs utilizados dentro do laboratório;
VI. Os pesquisadores do laboratório devem utilizar os seguintes EPIs:
A. Em ambientes onde não realizados procedimentos que gerem aerossóis: higiene das mãos, óculos ou protetor facial, máscara cirúrgica, avental descartável com gramatura mínima de 30g/m2 e luvas de procedimento.
B. Em ambientes onde são realizados procedimentos que gerem aerossóis: higiene das mãos, gorro descartável, óculos de proteção ou protetor facial, máscara N95/PFF2 ou equivalente, - avental descartável com gramatura mínima de 30g/m2 e luvas de procedimento além de emprego de cabines de segurança biológica (fluxo laminar).
1. Exemplos de procedimentos que produzem aerossóis: destampar frascos que foram fechados com tampa de pressão, esvaziar seringas, eliminar o ar das seringas, quebrar frascos que contenham cultura de microrganismos, centrifugar tubos ou frascos sem tampa adequada.
C. Manipulação de amostras respiratórias: higiene das mãos, óculos ou protetor facial, máscara cirúrgica (substituir por máscara N95/PFF2, caso haja risco de geração de aerossol durante a manipulação da amostra), avental descartável com gramatura mínima de 30g/m2 e luvas de procedimento.
VII. Os profissionais de limpeza que atuam no laboratório devem utilizar os seguintes EPIs:
A. Em ambientes onde não realizados procedimentos que gerem aerossóis: higiene das mãos, óculos ou protetor facial, máscara cirúrgica, avental impermeável, luvas de borracha e botas de borracha;
B. Em ambientes onde são realizados procedimentos que gerem aerossóis: higiene das mãos, óculos ou protetor facial, máscara N95/PFF2 ou equivalente avental impermeável, luvas de borracha e botas de borracha;
VIII. Realizar treinamento em paramentação e desparamentação antes do início das atividades no laboratório;
IX. Dispor cartazes com orientações sobre técnica e sequência correta de paramentação e desparamentação em antessala;
X. Dispor cartazes com orientação sobre técnica de higienização de mãos próximas as pias;
XI. Limpeza e desinfecção de superfícies devem ser semelhantes às recomendadas para o Centro de Saúde UFOP (Consultar também o item “Protocolo de ações: Higienização de espaços de atendimento de saúde”);
XII. Definir procedimentos operacionais em caso de derramamentos e acidentes laboratoriais com material potencialmente infectante ou contaminantes químicos, que devem amplamente difundidos e de fácil consulta;
XIII. Em caso de vazamentos de materiais infecciosos, eles devem ser descontaminados, contidos e limpos pela equipe de profissionais especializados ou por outras pessoas adequadamente treinadas e equipadas para trabalharem com material infeccioso concentrado. Esta ação deve ser contemplada nos procedimentos operacionais definidos para o laboratório;
XIV. Todos os resíduos do laboratório deverão ser descontaminados antes de serem descartados por autoclavagem;
XV. Os resíduos infectantes devem ser acondicionados em sacos vermelhos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos 1 vez a cada 48 horas, independentemente do volume e identificados pelo símbolo de substância infectante.
A. EXCEPCIONALMENTE, durante essa fase de pandemia, caso o laboratório não possua sacos vermelhos para atender a demanda, poderá utilizar os sacos brancos leitosos com o símbolo de infectante
B. Reforça-se que esses resíduos devem ser tratados (inativados) antes do encaminhamento para descarte através de procedimento ambientalmente adequado;
XVI. Os laboratórios devem implementar mecanismos e rotinas que alertem prontamente à Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) sobre os aspectos de saúde da sua equipe e reportar todos os casos suspeitos ou confirmados de infecções pelo novo coronavírus, além de monitorarem os aspectos de saúde dos envolvidos;
XVII. Cabe ao pesquisador responsável realizar a avaliação de risco para cada um dos processos, prevendo todos os cenários possíveis e medidas de mitigação dos riscos e procedimentos a serem adotados em cada situação, bem como ações de prevenção e treinamento da equipe;
XVIII. Assegurar, juntamente com a administração superior, o controle médico de saúde ocupacional. Recomenda-se:
A. Registros de todas as doenças e ausências; 
B. É de responsabilidade do trabalhador informar o chefe de laboratório de todas as ausências resultantes de problemas de saúde.
 
 
Protocolo de ações: Bibliotecas
 
As bibliotecas setoriais da UFOP são espaços de alta circulação e de permanência de médio e longo prazo. Durante o processo de retomada gradual das atividades presenciais da universidade, recomenda-se:
 
I- Estabelecer limites de ocupação dos espaços com a entrada controlada através de senha e distanciamento social mínimo de 1,5m;
II- Disponibilização de álcool gel na entrada e saída, de modo a evitar a aglomeração;
III- Distância mínima de 1,5m entre os assentos ou mesas de estudo, com marcação de locais onde é permitido a ocupação;
IV- Reforço dos procedimentos de higiene em todos os ambientes da biblioteca;
V- Garantir que todos os servidores e usuários estejam utilizando máscara durante toda sua permanência no espaço;
VI- Usar medida de proteção: barreira de contenção no balcão e/ou faixa delimitando distância física quando o servidor estiver em contato direto com o usuário; 
VII- Permitir acesso ao acervo somente aos servidores isolando espaços com fitas indicativas; 
VIII- Usuários e servidores devem higienizar as mãos antes e após o contato com materiais bibliográficos; 
IX- Ao receber devolução de material bibliográfico, mantê-lo em “quarentena” por 72h antes de disponibilizá-lo para novo empréstimo ou para consulta local; 
X- Disponibilizar caixas, carrinhos de guarda ou estantes para recolher o material devolvido que ficará de quarentena;
XI- Delimitar um espaço físico para o material em quarentena; 
XII- Realizar marcação no solo para organização de filas com distanciamento mínimo de 1,5m;
XIII- Bloquear os guarda-volumes que se utilizados simultaneamente não permitam 1,5m de distanciamento mínimo;
XIV- Ampliar os canais de comunicação para atendimento on-line;
XV- Afixar alertas de que os materiais emprestados não devem ser higienizados com nenhum produto químico, pois podem danificá-los permanentemente; 
XVI- Divulgar, através de produções impressas e digitais, a oferta de serviços on-line e conteúdos digitais.
 
 
Protocolo de ações: restaurantes, restaurantes universitários e lanchonetes
 
O procedimento para atuação dos restaurantes universitários, restaurantes e lanchonetes devem atentar também para o disposto na “Tabela 1: Diretrizes e orientações de acordo com as quatro fases para as atividades presenciais”
 
I- Garantir distanciamento mínimo de 1,5m ou barreiras físicas para impedir a contaminação dos usuários;
II- Garantir acesso fácil para higienização das mãos (pias e álcool);
III- Realizar marcação de filas para garantir distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas;
IV- Realizar controle de entrada de acordo com a lotação máxima;
V- Utilização de máscaras pelos funcionários de restaurante;
VI- Limpeza da mesa após utilização com álcool 70% ou outro saneante apropriado;
VII- Afixar cartazes orientando evitar conversas ou contato durante as refeições;
VIII- Garantir que o funcionário sirva o cliente, evitando uso compartilhado de utensílios para servir os alimentos.
 
Especificamente em relação aos Restaurantes Universitários, as informações e sugestões foram apresentadas pela coordenação, com apoio da equipe técnica de nutricionistas. Além das delimitações apresentadas abaixo, o processo de retomada deve guiar-se também pelo disposto na “Tabela 1: Diretrizes e orientações de acordo com as quatro fases para as atividades presenciais”, para o atendimento à comunidade universitária são: 
 
1) Redução do atendimento dos RUs para um turno, somente no período do almoço;
  • Ampliar o tempo de atendimento para que sejam tomadas todas as medidas de higiene e controle de entrada, tempo de permanência dentro do refeitório até a saída. Para garantir este atendimento com tempo estendido e o distanciamento mínimo indicado, sugere-se que o atendimento do almoço ocorra das 10h30 às 15h30, perfazendo um total de cinco horas de atendimento ao público. 
  • Para chegar a esta configuração, foi considerado o tempo médio de 45 minutos para se fazer a refeição por turno (compreendendo desde o acesso à roleta até a saída) e 15 minutos de intervalo para higienização, totalizando cinco turnos de atendimento.
  • O refeitório do Campus Morro do Cruzeiro é composto de 75 mesas com capacidade para oito lugares cada, sendo um total de 600 assentos. Cada mesa vai comportar quatro pessoas, somando 300 comensais a cada 22,5 minutos, de modo a garantir o distanciamento mínimo de 1,5m. O salão de refeições será dividido em duas áreas, com uma delas sendo higienizada enquanto a outra for utilizada. 
  • A cada 45 minutos serão atendidas 600 pessoas e a higienização será feita nos 15 minutos entre um atendimento e outro. Assim, serão cinco turnos de 600 pessoas, totalizando 3000 refeições diárias.
  • Para os RUs de Mariana e João Monlevade, os procedimentos serão os mesmos, porém em escala menor conforme o número de refeições.
 
2) Com relação ao cardápio, durante o período de pandemia teremos as seguintes alterações: 
  • Durante o período de pandemia e reabertura gradual o sistema self service não será utilizado nos RUs. As refeições, dispostas como indicado abaixo, serão servidas pelos funcionários dos restaurantes para impedir a contaminação por manipulação.
  • Diariamente será servida apenas uma Salada Mista composta com no mínimo dois ingredientes. O arroz integral será servido somente em um balcão, juntamente com o prato vegetariano e o arroz branco será servido nos demais balcões. O feijão e a guarnição serão servidos em todos os balcões. Quando houver carne no feijão, o balcão vegetariano contará com o prato sem a proteína. Serão oferecidos também prato principal e prato vegetariano. Na sobremesa, serão servidas frutas que poderão ser servidas inteiras (ex: banana, laranja e maçã) e/ou doce em barra embalado. Os temperos serão oferecidos em sachê e entregues individualmente a cada usuário por um colaborador do RU. A farinha, a água e o suco não serão servidos para evitar contaminação por excesso de manipulação. Os talheres deverão ser embalados e entregues nas mãos do usuário.
  • No caso de usuários que fazem parte do grupo de risco para agravamento da COVID – 19 poderá ser realizado o agendamento em um sistema de reserva de refeições para retirada da refeição nos RUs.
 
 
Protocolo de ações: transporte institucional
 
O transporte institucional atende demandas específicas de atividades internas que demandam deslocamentos partindo ou chegando nas cidades onde funcionam os campi da UFOP. Durante o período de pandemia e retomada, a utilização do transporte universitário deve seguir as seguintes regras para manutenção da segurança de seus usuários, respeitado o que se indica também na “Tabela 1: Diretrizes e orientações de acordo com as quatro fases para as atividades presenciais”:
 
I- Utilização de máscara durante todo o trajeto por todos os passageiros e motorista;
II- Higienização das mãos antes e depois de entrar no veículo.
III- Higienização de maçanetas, volantes e alças de segurança com álcool 70% antes de cada circulação;
IV- Janelas devem ser mantidas abertas durante todo o trajeto para circulação de ar;
V- Os locais de assento devem ser intercalados;
VI- Checagem de temperatura pelo motorista e questionamento sobre febre e/ou sintomas respiratórios e/ou contato próximo com pacientes com COVID-19 antes de entrar no veículo;
 
 
Protocolo de ações: Processos e relações de trabalho
 
Neste período, podem ser necessários reorganizar os horários e processos nos ambientes de trabalho para manter o ambiente seguro. Algumas medidas podem ser tomadas para garantir a segurança dos servidores e estudantes como:
 
I- Orientar sobre o distanciamento social mínimo de 1,5m no ambiente de trabalho, sinalizando os postos de trabalho que podem ser ocupados, assim como realizar marcações com fitas adesivas em filas de espera para organização da ocupação do ambiente e distanciamento necessário;
II- Permitir viagens apenas em caráter excepcional;
III- Realizar reuniões por meio virtual;
IV- Sinalizar ocupação máxima de elevadores e estimular o uso de escadas. O uso do elevador deve ser preferencial para pessoas com dificuldade de locomoção, sendo o uso de máscara obrigatório e evitando conversas;
V- Flexibilizar a jornada de trabalho, alternando atividades presenciais e remotas, de acordo com a capacidade e necessidade do setor;
VI- Sempre que forem imprescindíveis reuniões presenciais, respeitar o distanciamento mínimo de 1,5 metros, uso obrigatório de máscaras e manutenção do ambiente com ventilação natural.
VII- Promover entre a comunidade acadêmica campanhas de engajamento às medidas de proteção, solidariedade e corresponsabilidade na manutenção da saúde coletiva no ambiente universitário;
VIII- Observar o disposto na Instrução Normativa no 19 de 2020, mantendo em regime de trabalho remoto os servidores que:
a. apresentem sintomas ou coabitem com pessoas sintomáticas;
b. pertençam ao grupo de risco de que trata o art. 4º-B da Instrução Normativa nº 19 de 12 de março de 2020, salvo se forem de atividades essenciais; e
c. possuam filhos em idade escolar, ou inferior, e que necessitem da assistência de um adulto, de acordo com as determinações de fechamento das escolas/creches pelas autoridades locais competentes, e que não tenha nenhum outro adulto na residência.
IX- Os docentes e técnicos administrativos com COVID-19 devem procurar o Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (SIASS) por meio eletrônico (siass.inconfidentes@saude.ufop.br ) ou telefônico (31 3559-1250) para receber as orientações específicas e esclarecer dúvidas. 
a. Recomenda-se a criação de tópico com orientações aos servidores com COVID-19 no site do SIASS UFOP.
b. A Instrução Normativa  19, de 12 de março de 2020 estabelece orientações aos órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração Pública Federal - SIPEC, quanto às medidas de proteção para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (COVID-19), que, dentre outros, estabelece:
i. Atestados de afastamento gerados por motivo de saúde enquanto perdurar o estado de emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (COVID-19) podem ser recebidos no formato digital.
ii. O servidor ou empregado público deve encaminhar o atestado de afastamento em formato digital no prazo de até cinco dias contados da data da sua emissão.
iii. O dirigente de gestão de pessoas do órgão ou entidade deve providenciar canal único de comunicação para o recebimento dos dos atestados, resguardado o direito ao sigilo das informações pessoais.
iv. O atestado de afastamento original deverá ser apresentado pelo servidor ou empregado público no momento da perícia oficial ou quando solicitado pelo dirigente de gestão de pessoas do órgão ou entidade.
 
 
Protocolo de ações: Comunicação e divulgação de informações
 
O Protocolo de Biossegurança, após aprovação nas instâncias cabíveis, deve ser disponibilizado à comunidade acadêmica para conhecimento e consultas posteriores. Para isso, indica-se que uma versão integral em formato .pdf seja enviada aos e-mails institucionais de todos os servidores e estudantes. O mesmo conteúdo deve ser disponibilizado, em formato web, para facilitar o acesso e as consultas pontuais ao conteúdo.
 
As orientações específicas devem ser organizadas para divulgação através das redes sociais da UFOP e dos setores e nos formatos de áudio e vídeo, o que se julgar mais adequado. O norteamento das peças deve ser definido de acordo com os públicos a serem orientados com cada tipo de informação. Quanto mais amplo o público a ser atingido, da mesma forma deve ser o meio. Quanto mais restrito o direcionamento do conteúdo, mais focada deve ser a estratégia.
 
O fornecimento de informações à comunidade acadêmica e das populações atingidas diretamente pelas atividades acadêmicas da UFOP é essencial para manutenção das medidas de prevenção e enfrentamento ao coronavírus. Para isso serão implementados:
 
Boletins epidemiológicos periódicos com a situação dos municípios onde a UFOP tem unidades acadêmicas e das principais cidades de procedência do corpo discente;
Fornecimento de dados relativos à taxa de sintomáticos respiratórios e COVID-19 confirmados coletados através do aplicativo Minha UFOP;
Realizar campanhas regulares de divulgação das medidas de prevenção adotadas pela UFOP através de mídias sociais, banners e vídeos;
 
No retorno às atividades recomenda-se a realização de uma campanha explicativa com peças impressas que orientem sobre a melhor conduta das pessoas, principalmente em espaços de maior circulação e de interação. Os pontos de higienização devem ser sinalizados tanto em relação à sua localização e quanto às formas de uso. O uso de máscaras deve ser incentivado com campanhas e ações informativas individuais constantes de alerta e orientação. Ainda na comunicação, recomenda-se o uso de adesivos para indicar as cadeiras a serem ocupadas ou bloqueadas, apontando os melhores posicionamentos para cumprir o distanciamento mínimo de 1,5m. O mesmo procedimento se aplica às orientações sobre circulação e pontos de higienização e dispensa de máscaras usadas. 
 
A dinâmica de funcionamento dos Restaurantes Universitários, tanto em relação aos ciclos oferta de refeições e limpeza, quanto à organização do salão, ao sistema Pegue e Leve ou à venda e cobrança de tickets deve ser apresentada à comunidade acadêmica com o uso de panfletos impressos e material digital. Além disso, devem ser criadas indicações nos locais para a melhor indução do fluxo.
 
Entre os estudantes da UFOP, há predominância de ocupação de moradias coletivas – sejam apartamentos compartilhados, repúblicas ou residências universitárias. Por isso, devem ser elaborados materiais digitais e impressos de orientação sobre as condutas de maior segurança nesses espaços. A distribuição de ser orientada pelo formato de moradia estudantil institucional ou das repúblicas federais e particulares, buscando nas associações organizadas o suporte para a massificação das informações.
 
A rotina de higienização deve ser tratada com um olhar específico para a orientação de todos os usuários e, principalmente, da equipe terceirizada que executa esse trabalho. As rotinas de limpeza devem ser descritas em uma cartilha (digital e impressa) com as indicações de como proceder na sanitização de computadores, telefones, elevadores, corrimãos, maçanetas, bebedouros, pias, laboratórios (de uso geral e que manipulam o coronavírus), salas de aulas, bibliotecas, ar-condicionado, banheiros, espaços de atendimento de saúde etc. Estas indicações devem considerar a segurança sanitária e também a preservação de objetos sensíveis, como livros, que não devem ser higienizados com álcool ou solução de água sanitária para evitar que sejam danificados.
 
O uso do serviço institucional de transporte deve orientado de forma prévia e durante as viagens. Assim que confirmado um deslocamento, os passageiros devem receber por mensagem (WhatsApp e/ou e-mail) os protocolos de cuidado. A equipe de motoristas também deve ter em mãos essa orientação, para dar respaldo a qualquer questionamento que possa surgir e para a orientação de limpezas a serem realizadas antes e depois de cada viagem.
 
O aplicativo que fará o monitoramento e orientação dos cuidados e possíveis riscos dentro da plataforma Minha UFOP deverá ser divulgado maciçamente para que ampliar o número de usuários. Para isso devem ser usadas estratégias, principalmente digitais, que possibilitem o cadastramento rápido e imediato.
 
O Painel de acompanhamento da Covid-19 deve permanecer enquanto esse tipo de mensuração for importante para a tomada de decisões institucionais e para a definição de condutas coletivas e pessoais. Qualquer alteração na rotina de disponibilização destes dados será informada à comunidade acadêmica através da página da UFOP, da página do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus e das redes sociais da universidade.
 
As decisões de enquadramento e orientações das fases 4, 3, 2 e 1, previstas neste protocolo, serão divulgadas utilizando materiais visuais e informativos para circulação digital entre os usuários. O cronograma de produção, impressão e disponibilização será executado à medida em que as fases forem mudando. Verifique a sugestão de alguns materiais que podem ser produzidos nesse processo:
 
Peças de divulgação do Protocolo de biossegurança
o Versão em PDF integral e diagramado
o Versão site
Fragmentado por tópicos
Endereço: ufop.br/coronavirus/biossegurança
o Versão redes sociais
Trechos selecionados com chamada para o site
o Versão áudio
Criar podcast com as informações
Adicionar entrevista com especialistas indicados pelo Comitê em cada item
o Versão vídeo
Gravar a explicações, de forma resumida, em vídeos de 3 a 5 minutos.
 
Peças de sinalização - Criar de acordo com a necessidade a produção de peças de orientação nos espaços
o Empena ou banner nas entradas dos campi com o alerta: “Uso obrigatório de máscara” e outras informações pertinentes.
o Cartaz nas entradas dizendo sobre o uso obrigatório da máscara a necessidade de usar o totem de desinfecção
o Indicação visual (talvez adesivos) identificando os lugares bloqueados (fase 1) e os lugares com acesso restrito
o Cartaz dos modos de utilização dos banheiros.
o Cartaz com indicação sobre o modo correto de lavagem de mãos.
o Cartaz de indicação de pontos de higienização
o Cartaz de indicação da necessidade do uso de máscaras
o Adesivos em cadeiras que não devem ser usadas
o Cartazes com as diretrizes de circulação e ocupação de espaços.
o Cartaz e panfleto de orientação do uso dos Restaurantes
o Cartaz com a indicação dos cuidados pessoais e coletivos em casa para as repúblicas
 
Peças específicas de orientação
o Cartilha de paramentação e desparamentação
o Cartilha de rotinas de higienização
Computadores; Telefones; Elevadores; Corrimãos; Maçanetas; Bebedouros; Pias; Laboratórios de uso geral; Laboratórios de manipulação do SARS-CoV-2; Salas de aulas; Bibliotecas; Salas de estudo; Ar-condicionado; Vestiários; Banheiros; Espaços de atendimento de saúde
o Flyer digital a ser enviado (WhatsApp e e-mail) para as pessoas que vão fazer uso do transporte
 
Campanhas
De acordo com as orientações para o momento da retomada das atividades presenciais, devem ser preparados materiais de orientação das condutas e replicados em todos os meios.
o Em parte, esse momento pode usar parte dos elementos já realizados para o Protocolo de Biossegurança
o Criar campanha para explicação de uso do aplicativo
 
Painel Covid-19
o Criação, manutenção e constante divulgação das informações
 
Estética
o Diagramação/projeto gráfico
o Gráficos
o Ilustrações
o Fotos
 
 
Protocolo de ações: educação para saúde
 
A articulação entre educação e saúde ajuda a decodificar informações e entender as medidas de prevenção e tratamento. Neste binômio, com o apoio dos meios de comunicação, encontram-se as campanhas de orientação da população que devem acionar estratégias pedagógicas para alcançar seus objetivos. O incremento de oferta, na rede de ensino, de conteúdos que preparam os indivíduos para sua atuação geral na sociedade, tendo em vista as condutas de preservação da saúde também contribui para este processo. 
 
É nesse sentido que as ações para a saúde articuladas ao Protocolo de Biossegurança da UFOP podem ter dois direcionamentos complementares: o primeiro deles, é o uso de todos os meios institucionais de difusão de informações para a ampliação do conhecimento científico sobre a disseminação, prevenção e cuidados em relação ao novo coronavírus. Em outro caminho, a articulação com a Educação Básica, com os cursos de licenciatura e com as pesquisas dos mestrados profissionais relacionados ao ensino pode gerar a produção de materiais pedagógicos diferenciados, que podem utilizar aspectos lúdicos para a maior permeabilidade das ações, sobretudo nas crianças.
 
Recomenda-se, então, o reforço das ações de comunicação e orientação de saúde, como previsto nesse protocolo e a ampliação do diálogo com a comunidade educativa regional das cidades onde se insere a UFOP através de programas e projetos de ensino, extensão e pesquisa.
 

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