No dia 25 de maio, é celebrado o Dia da África, marcando a criação da Organização da Unidade Africana, atual União Africana. A data simboliza união, resistência, independência e fortalecimento dos países africanos.
Celebrar o Dia da África no Brasil é reconhecer a profunda influência africana na formação da sociedade brasileira, valorizando a história, a cultura, os conhecimentos e as contribuições dos povos africanos e afro-brasileiros.
O Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi), órgão acadêmico focado em promover estudos, pesquisas e ações de extensão sobre relações étnico-raciais, cultura afro-brasileira e indígena, promove neste mês de maio uma programação especial voltada para a celebração da data.
Confira a programação completa:
25/05
19h30
Palestra:"A evolução da Organização da Unidade Africana no Contexto das Lutas de Independência e Cooperação Regional"
Ministrada por João Kandjo, do Instituto de Ciência e Educação de Huambo, da Angola. O evento terá mediação da professora Lísia Zamba, do Departamento de HIstória da UFOP. Haverá transmissão pelo YouTube.
29/05
18h
Desfile "Uma jornada pela moda e estilo africano", na Casa de Cultura Negra de Ouro Preto
O Neabi e o projeto de extensão Áfricas em Trânsito, do Departamento de Letras, promovem um dia imersivo na cultura do continente. O desfile "Uma jornada pela moda e estilo africano"busca mostrar a diversidade cultural na moda, enquanto o "A África em Ritmos!" será um momento para conhecer os ritmos musicais das cinco regiões do continente Africano. O objetivo é reconhecer a influência africana na formação da sociedade brasileira, valorizando a história, a cultura, os conhecimentos e as contribuições dos povos africanos e afro-brasileiros.
30/05
10h
Oficina: "Diálogos Rítmicos: Kizomba e Semba como Patrimônio Cultural", no Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS)
Ministrada pelo o professor Corneille Ndjeumou. O Semba é animado e rítmico com raízes profundas na cultura angolana, e é considerado o movimento precursor do Kizomba, um ritmo mais lento e sensual, marcado por batidas de tambores. Os dois ritmos são praticados em pares e pesquisas apontam que o samba e a capoeira se desenvolveram das duas danças a partir da diáspora angolana. A oficina é uma oportunidade de um intercâmbio cultural, de conhecer a ancestralidade e as contribuições para a formação sociocultural do Brasil. O evento é gratuito e aberto ao público.



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