Professores e estudantes da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) participam do 2026 China Symposium on Sustainable Ironmaking and Steelmaking Technology (CSST2026), congresso internacional de sustentabilidade na metalurgia promovido pela Chinese Society for Metals (CSM), pela University of Science and Technology Beijing (USTB) e pela Shanghai University (SHU), na China, entre 3 e 5 de novembro. A delegação será composta por 25 integrantes que vão apresentar pesquisas desenvolvidas na Universidade.
Para representar o Instituto de Ciências Exatas e Biológicas (Iceb), o Instituto de Ciências Sociais e Aplicadas (Icsa), o Instituto de Ciências Exatas e Aplicadas (Icea), o Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) e a Escola de Minas, o grupo prepara apresentações sobre temas relacionados à sustentabilidade na produção de ferro e aço, contribuindo para as discussões sobre inovação e práticas mais sustentáveis em um dos principais eventos internacionais da área. Entre os participantes está o professor Paulo Assis, convidado a fazer uma apresentação como lecture no evento. Ele é também o idealizador do convite para colegas e alunos que integram a delegação.
Professor titular do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais (Demet) da Escola de Minas, Paulo é coordenador da Rede de Inovações nas áreas de Engenharia de Minas e Metalúrgica (Remin) e diretor do Núcleo de Inovação em Siderurgia, Meio Ambiente e Energia. Para ele, a participação de pesquisadores da UFOP em um congresso internacional de sustentabilidade é estratégica tanto para a Universidade quanto para o Brasil.
Entre os principais benefícios, Paulo destaca o fortalecimento da internacionalização da UFOP, o grande potencial para pesquisas de alto impacto, a divulgação de produções científicas desenvolvidas pela Universidade, o desenvolvimento de soluções para desafios globais, a captação de recursos e oportunidades de pesquisa e a formação de recursos humanos de excelência. "A participação da delegação da UFOP em um congresso de sustentabilidade em Nanjing representa um investimento estratégico em ciência, inovação, cooperação internacional e formação de profissionais qualificados, reforçando o protagonismo da Universidade na construção de soluções sustentáveis para os desafios globais", ressalta.