Criado por Administrator em ter, 19/07/2011 - 15:29
Com base em estudos de nanotecnologia, a pesquisa coordenada pela professora da Escola de Farmácia da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Vanessa Furtado, possibilita o desenvolvimento de medicamentos inteligentes, eficazes e menos tóxicos para o tratamento de doenças de difícil cura.
O trabalho consiste no desenvolvimento de nanopartículas carregadas de fármacos (compostos químicos utilizados com fim medicinal), que são direcionados no organismo para um alvo específico, que pode ser um parasita, um microorganismo, uma célula tumoral ou um órgão, etc.
De acordo com Vanessa Furtado, existem várias aplicações possíveis para esta tecnologia: "As possibilidades de uso são inúmeras, mas devem ser estudadas com cautela e bom senso, direcionadas para situações em que realmente é necessário o emprego de medicamentos mais avançados, nos quais o tratamento é muito difícil com os medicamentos convencionais”, explica a professora.
A pesquisa possibilita o desenvolvimento de medicamentos mais eficazes no tratamento de diversas doenças que afetam a população brasileira, como as parasitárias, o câncer, e também algumas doenças cardiovasculares, além do tratamento de infecções em animais, como a mastite bovina.
O projeto reúne pós-graduandos, mestres e doutores das Ciências Farmacêuticas, da Nanobiotecnologia Farmacêutica e também das Ciências Biológicas. Os estudantes trabalham nos laboratórios da UFOP desenvolvendo as nanopartículas que carregam os fármacos em seu interior, e também fazem experimentos com animais para verificar a ação destes sistemas nos organismos vivos.
A pesquisa já conta com muitos trabalhos em periódicos científicos internacionais e inúmeros resumos em congressos nacionais e internacionais, além de já ter sido financiada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Atualmente, o projeto conta com quatro patentes sendo desenvolvidas no laboratório da UFOP e testadas em animais, uma delas está sendo transferida para o setor produtivo. De acordo com a coordenadora Vanessa Furtado, já existe uma negociação para a transferência deste conhecimento para o setor industrial: “No futuro, este produto estará plenamente desenvolvido e irá se transformar em um produto comercial”, conclui a professora.
O trabalho consiste no desenvolvimento de nanopartículas carregadas de fármacos (compostos químicos utilizados com fim medicinal), que são direcionados no organismo para um alvo específico, que pode ser um parasita, um microorganismo, uma célula tumoral ou um órgão, etc.
De acordo com Vanessa Furtado, existem várias aplicações possíveis para esta tecnologia: "As possibilidades de uso são inúmeras, mas devem ser estudadas com cautela e bom senso, direcionadas para situações em que realmente é necessário o emprego de medicamentos mais avançados, nos quais o tratamento é muito difícil com os medicamentos convencionais”, explica a professora.
A pesquisa possibilita o desenvolvimento de medicamentos mais eficazes no tratamento de diversas doenças que afetam a população brasileira, como as parasitárias, o câncer, e também algumas doenças cardiovasculares, além do tratamento de infecções em animais, como a mastite bovina.
O projeto reúne pós-graduandos, mestres e doutores das Ciências Farmacêuticas, da Nanobiotecnologia Farmacêutica e também das Ciências Biológicas. Os estudantes trabalham nos laboratórios da UFOP desenvolvendo as nanopartículas que carregam os fármacos em seu interior, e também fazem experimentos com animais para verificar a ação destes sistemas nos organismos vivos.
A pesquisa já conta com muitos trabalhos em periódicos científicos internacionais e inúmeros resumos em congressos nacionais e internacionais, além de já ter sido financiada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Atualmente, o projeto conta com quatro patentes sendo desenvolvidas no laboratório da UFOP e testadas em animais, uma delas está sendo transferida para o setor produtivo. De acordo com a coordenadora Vanessa Furtado, já existe uma negociação para a transferência deste conhecimento para o setor industrial: “No futuro, este produto estará plenamente desenvolvido e irá se transformar em um produto comercial”, conclui a professora.



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