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Núcleo de Comunicação e Acessibilidade da UFMG faz visita de consultoria ao NEI

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Isadora Faria

reunionei_07.08.2013_isadorafaria_1.jpgO Núcleo de Educação Inclusiva (NEI) recebeu, na última quarta-feira, dia 7, a visita do Núcleo de Comunicação e Acessibilidade do Centro de Comunicação da UFMG, para conhecer o serviço de Atendimento Educacional Especializado da UFOP. O grupo realizou a sua primeira visita à instituição para buscar formas sobre o trabalho de acessibilidade, no qual a UFOP é referência na área.

Romerito Costa Nascimento, técnico-administrativo em Educação na UFMG, relatou que a facilidade de abertura para conversa, troca de experiências e uma boa logística, foi o que levou a fazer uma parceria de consultoria com a UFOP, além da trajetória de trabalho desenvolvido pelo NEI.

O núcleo da UFMG está no processo de implementação de formas de acessibilidades educacionais dentro da Universidade. A visita feita ao NEI foi com a intenção de buscar elementos informativos sobre o trabalho realizado pelo núcleo na UFOP, como está inserido nas políticas educacionais dentro da Universidade, informações de que forma a UFOP estabelece os recursos humanos e como o NEI busca apoio dentro da própria instituição. Dessa forma, estabelecer uma relação institucional, a fim de possibilitar uma troca de materiais e experiências e consolidar uma parceria.



O NEI
O quadro do Núcleo de Educação Inclusiva conta com Marcilene Magalhães da Silva, técnica de assuntos educacionais, Jorge Raimundo, assistente administrativo, Adilson Pereira dos Santos, coordenador de assuntos pedagógicos, Luciano Campos da Silva, pró-reitor adjunto de Graduação, além de 15 monitores bolsistas. O NEI vem desempenhando o atendimento priorizado para alunos da Universidade que necessitam de acessibilidade de forma especial para a educação. Produz materiais em braille e, para os alunos com deficiência auditiva, há o acompanhamento de intérpretes. “O nosso trabalho é voltado para a importância da troca de experiências na efetivação das práticas inclusivas na garantia do respeito da adversidade humana e dos direitos humanos”, diz Marcilene Magalhães.