Criado por Administrator em qui, 01/09/2011 - 15:30
Coordenada pelo professor Dr. Paulo Henrique Vieira Magalhães, do Departamento de Engenharia de Controle e Automação (Decat) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), a pesquisa “Tecnologias de prevenção a ataques e monitoramento de espécies” pretende tratar de um problema que assola os portos brasileiros: diminuir a incidência do liminoperna fortunei, conhecido popularmente como “mexilhão dourado”.
Desde maio de 2011, a pesquisa estuda formas de combater e reduzir a incidência deste bioinvasor, que chega ao Brasil pelo transporte marítimo. Ele é responsável pelo entupimento de grades e tubulações de adução de água, e pelo resfriamento de processos e bombas, provocando paradas constantes e não programadas para a manutenção das estruturas.
Para o desenvolvimento, foi criada a Rede de Estudos Avançados de limnoperna fortuinei (REAlf), que estará responsável pela divulgação e acompanhamento de todos os estudos realizados, integrando o resultado em uma base de dados nacional. Além da UFOP, participam do projeto as Universidades Federais de Minas (UFMG) e do Pará (UFPA) e Estadual de Campinas (UNICAMP). Empresas como a Vale e Itaipú também são parceiras.
De acordo com o coordenador Prof. Dr. Paulo Magalhães "na fase de incubação, já é possível encontrar soluções que atendem às áreas de geração de energia, onde o problema de bio-invasão foi detectado e tem recebido grande atenção do setor”, explica. O projeto piloto já possui resultados, como dissertações e teses defendidas entre os anos de 2010 e 2011, além de artigos publicados em periódicos e congressos da área.
Desde maio de 2011, a pesquisa estuda formas de combater e reduzir a incidência deste bioinvasor, que chega ao Brasil pelo transporte marítimo. Ele é responsável pelo entupimento de grades e tubulações de adução de água, e pelo resfriamento de processos e bombas, provocando paradas constantes e não programadas para a manutenção das estruturas.
Para o desenvolvimento, foi criada a Rede de Estudos Avançados de limnoperna fortuinei (REAlf), que estará responsável pela divulgação e acompanhamento de todos os estudos realizados, integrando o resultado em uma base de dados nacional. Além da UFOP, participam do projeto as Universidades Federais de Minas (UFMG) e do Pará (UFPA) e Estadual de Campinas (UNICAMP). Empresas como a Vale e Itaipú também são parceiras.
De acordo com o coordenador Prof. Dr. Paulo Magalhães "na fase de incubação, já é possível encontrar soluções que atendem às áreas de geração de energia, onde o problema de bio-invasão foi detectado e tem recebido grande atenção do setor”, explica. O projeto piloto já possui resultados, como dissertações e teses defendidas entre os anos de 2010 e 2011, além de artigos publicados em periódicos e congressos da área.



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