O grupo de pesquisa e o Projeto de Apoio à Implementação da Estratégia Intersetorial de Prevenção da Obesidade (OIÊ), da Escola de Nutrição (Enut), e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) estão realizando um estudo sobre desigualdades, obesidade e preconceito de peso.
A segunda rodada da pesquisa, nacional e on-line, busca entender como o lugar onde se mora e a renda afetam a saúde e como a sociedade enxerga o corpo e os estigmas associados ao peso.
A pesquisa é realizada de forma anônima, por meio de quatro tópicos de perguntas, como: informações gerais (idade, escolaridade, renda), opiniões sobre o preconceito contra pessoas com obesidade, acesso a alimentos perto de casa e dados gerais sobre a saúde física. A pesquisa dura em torno de 20 minutos.
A professora da Enut, Erika Reis afirma que "A pesquisa avalia como outras características de opressão na sociedade, como racismo, LGBTfobia e desigualdade de gênero, podem acabar piorando as condições de vida de quem vive com obesidade, trazendo mais preconceito para a vida dessas pessoas."