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Professora da UFOP marca presença no Colóquio Temático Forges 2026

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Arquivo pessoal
Sete pessoas posam juntas em um ambiente interno, sorrindo para a câmera, com um painel ao fundo anunciando o “Colóquio FORGES 2026” sobre inteligência artificial no ensino superior.
A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) marcou presença no Colóquio Temático Forges 2026 com a participação da professora Márcia Ambrósio, do Departamento de Educação e Tecnologias (Deete). O evento, promovido pelo Fórum da Gestão do Ensino Superior nos Países e Regiões de Língua Portuguesa (FORGES), foi realizado no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, em Portugal, e reuniu pesquisadores e gestores de diferentes países de língua portuguesa para discutir "Inteligência Artificial e Tecnologias Emergentes no Ensino Superior".
 
Durante o encontro, nas sessões paralelas, a professora apresentou o trabalho "IA, Ambientes de Aprendizagem Emergentes: Criatividade, Autoria e Formação Docente", compartilhando resultados preliminares de pesquisa desenvolvida em seu estágio de pós-doutoramento na Universidade da Madeira (UMa) em parceria com a UFOP. 
 
O estudo é vinculado ao programa de extensão Pedagogia Diferenciada: Práticas Exitosas do Ensino e da Pesquisa em Educação, coordenado pela pesquisadora na UFOP, iniciado em 2022 e com continuidade prevista até 2027. Segundo Márcia Ambrósio, o trabalho busca compreender como o uso crítico e ético da Inteligência Artificial pode fortalecer a autoria e a identidade docente no ensino superior. "A IA pode atuar como mediadora cognitiva para apoiar organização de evidências, síntese analítica e rastreabilidade interpretativa, sem deslocar a responsabilidade docente sobre a análise e a decisão pedagógica", destaca. 
 
A pesquisa também integra o Projeto ELABORA, voltado à investigação sobre inovação pedagógica e ambientes de aprendizagem emergentes. Resultados parciais indicam que a integração reflexiva de IA pode ampliar práticas de avaliação formativa e intensificar a reflexividade dos educadores, desde que orientada por critérios de transparência e validação humana. 
 
"A cooperação internacional fortalece a produção científica e, sobretudo, amplia a devolutiva formativa à comunidade acadêmica, reafirmando a centralidade da autoria docente e do compromisso público com a qualidade do ensino superior", avalia a professora. A participação de Ambrósio reforça a presença da Universidade em redes internacionais e no diálogo sobre assuntos em ascensão.

 

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