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Semana de Integração do ICSA traz alunos e professores para receber calouros

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Thiago Barcelos

Com Júlia Cabral e Fernando Cássio

O evento, que contou com a presença de calouros e veteranos do ICSA, é realizado pelo Programa de Extensão Tutorial - PET "Conexão de Saberes". A abertura da IV Semana de Integração ICHS/ICSA teve a participação de representantes das empresas juniores (EJ) dos cursos do Instituto, representantes dos Centros Acadêmicos, da Atlética de Economia e Administração, além de professores e do diretor do ICSA. 

A Consecon Jr, formada por alunos do curso de Economia, e a Verbalize Jr, dos alunos de Jornalismo, apresentaram as empresas juniores e o trabalho feito por elas, além da importância da empresa júnior na formação dos graduandos. Segundo o representante da Consecon Jr, André Luiz Albuquerque, o trabalho em uma empresa júnior é o momento do estudante errar, mas sem a pressão do mercado de trabalho, e a chance de se diferenciar de outros formandos, ganhando experiência profissional antes de concluída a graduação. "Hoje o mercado exige muito mais do aluno, além da sala de aula. Tem coisa que não é ensinada em sala e a gente tem que buscar por fora, e a empresa júnior se encaixa nessa busca. Com isso, o aluno acaba tendo mais maturidade, que vai ser exigida no mercado", assinala Albuquerque. 

O diretor do ICSA, professor José Benedito Donadon-Leal, que também participou da abertura do evento, abordou questões relacionadas à Universidade, mais especificamente ao ICSA, além de explicar a forma como a UFOP é administrada. A caloura do curso de Economia, Maria Cristina de Meira, veio do interior de São Paulo e já havia passado por uma universidade pública. "É complicado o atual momento na política e na economia brasileira, mas uma universidade federal é uma universidade muito boa. A gente encontra inúmeros problemas mas acho que nós (estudantes) fazemos a Universidade também e a gente tem que acrescentar, lutar, ir atrás das coisas e cobrar o governo também", afirma. 

Corpo e racismo

Na quarta (13), o professor e Antropólogo Bruno Sena, da Universidade de Coimbra, Portugal, esteve presente no auditório Francisco Iglésias, no ICHS, para falar sobre racismo. O debate com o tema, “Corpo e racismo: do colonialismo à descolonização do humano” colocou em pauta diversos questionamentos. 

Bruno Sena tratou do panorama histórico de inserção do negro na sociedade ocidental e como o racismo influenciou no cotidiano deles desde a colonização das Américas. Dentre todas as formas de racismo citadas por ele, a questão das violências, não só a racial quanto a social e a de gênero, ganhou destaque. De acordo com o professor, “formas sutis de violência criam subjetividades frias”, e a humilhação do eu no cotidiano é uma das maneiras de opressão enfrentada desde os tempos do colonialismo. 
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