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Observatório Interinstitucional da Tragédia Mariana-Rio Doce tem primeira reunião na UFOP

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Agliene Melquíades

A assinatura de um protocolo de intenções entre a UFOP, UFMG e Ufes, firmado no início do mês, resultou na criação do Observatório Interinstitucional Mariana - Rio Doce, uma parceria que visa unir esforços das três universidades no âmbito da pesquisa, ensino e extensão relacionados ao rompimento da barragem do Fundão. 

A primeira reunião realizada pela unidade UFOP foi nesta quarta-feira (27), no Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), em Mariana. O encontro contou com a participação das coordenadoras locais, da diretoria do Instituto, Magareth Diniz, da professora do departamento de Administração Carolina Maranhão e da pró-reitora de Extensão (Proex) Ida Berenice. A atividade marca o início do projeto na UFOP. Além do observatório interinstitucional, a universidade contará com uma pesquisa própria, nos mesmos moldes, que será agregada também à ação conjunta das três instituições de ensino. 

As coordenadoras e a pró-reitora falaram sobre o funcionamento e objetivos do observatório. Além de incentivar o desenvolvimento de pesquisas e projetos de extensão voltados às comunidades atingidas, a ação tem como principal objetivo disponibilizar informações e conhecimento técnico para a população, políticas públicas, pesquisadores e outras instituições, de forma a diminuir a dispersão de estudos sobre a região. 

O observatório será uma rede colaborativa, que contará com um site com grande acervo sobre os resultados de estudos e decisões jurídicas, além de um aplicativo para celular que mostrará o mapeamento dos estudos que tangem os modos e inovações na geração de renda dos cidadãos atingidos. 

FAPEMIG - A ação é um projeto aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), no Edital FAPEMIG CAPES - Tecnologias para Recuperação da Bacia do Rio Doce. Os recursos financeiros liberados pela fundação, aproximadamente R$ 140.000,00, serão utilizados pelas três universidades na aquisição de equipamentos, despesas e atividades do Observatório. 

Para a coordenadora Carol Maranhão, quando estabelecida a conexão de informações, as instituições conseguirão ouvir e dar mais voz aos cidadãos atingidos. “Essa rede é um espaço para que possamos ouvir as demandas da população, entender de forma ativa o que eles precisam, e ajudá-los nas soluções.  A universidade tem muitas áreas do conhecimento e técnicas que ela desenvolve, mas temos a dificuldade em acessar as pessoas, e vice-versa. O observatório vai ser a congregação das duas pontas”.

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