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Egresso da Pós em História lança livro sobre mulheres negras acusadas de feitiçaria em MG

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Capa do livro “Tidas e havidas por feiticeiras”, de Giullianò Gloria de Sousa. A obra aborda a perseguição a mulheres pretas e mestiças acusadas de feitiçaria na Minas Gerais colonial. A imagem traz parte de um telhado colonial ao fundo.
O egresso da pós-graduação em História (PPGHIS) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Giulliano Glória de Sousa, lança o livro "Tidas e havidas por feiticeiras: mulheres pretas e mestiças acusadas de feitiçaria nas Minas Gerais colonial". O evento ocorre nesta sexta (11), no Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), Campus Governador Valadares, com entrada gratuita. A programação inclui leitura de trechos da obra, sessão de autógrafos e um momento de confraternização. 
 
O livro é resultado da tese de doutorado desenvolvida por Giulliano na UFOP. O trabalho investiga os processos de criminalização de mulheres pretas e mestiças acusadas de práticas de feitiçaria durante o período colonial mineiro, abordando também suas lutas e resistências. 
 
A pesquisa contou com o apoio do PPGHIS e do Núcleo de Pesquisas Império e Lugares no Brasil da UFOP e com financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O lançamento é realizado com a parceria do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) do campus de Governador Valadares.
 

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Capa do livro “Tidas e havidas por feiticeiras”, de Giullianò Gloria de Sousa. A imagem mostra uma mulher negra com uma cabra e um filhote nos braços, em cenário colonial. A obra trata das acusações de feitiçaria contra mulheres pretas e mestiças em Minas
Capa do livro “Tidas e havidas por feiticeiras: mulheres pretas e mestiças acusadas de feitiçaria nas Minas Gerais colonial”

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