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Comitê de Enfrentamento mantém discussão de pautas atuais e futuras

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Rondon Marques Rosa

Na reunião desta quinta-feira (4), o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus discutiu, entre outras questões, uma demanda da Prefeitura do Campus referente aos protocolos a serem seguidos para a retomada dos trabalhos de manutenção a serem realizados por uma empresa terceirizada. As ações são parte de um contrato que estava paralisado pela suspensão das atividades presenciais. O parecer favorável foi baseado na manutenção da baixa concentração de pessoas, no uso de equipamentos de proteção individual e na atenção às condições de deslocamento dos trabalhadores. 

Outra demanda discutida diz respeito aos processos seletivos dos programas de pós-graduação que têm início neste período. Uma orientação será encaminhada aos programas, reforçando a necessidade de se manter a segurança no processo, a fim de evitar riscos desnecessários de contaminação pela Covid-19.

Um levantamento feito nas moradias estudantis da Universidade tem ajudado no monitoramento da circulação de estudantes. O estudo constatou pouca variação, ou seja, mesmo com o desejo de retorno, não tem sido percebido um aumento dos moradores nas casas, pois a indicação é que isso só ocorra quando houver condições seguras.

A distribuição de nova remessa de protetores faciais, feitos pelo Laboratório de Análise Experimental e Simulação de Sistemas (Laess) do curso de Engenharia Mecânica, coordenado pelo professor Paulo Henrique Vieira Magalhães, também foi definida, tendo em vista as demandas apresentadas pelos setores de saúde das cidades onde a UFOP atua.

DESENHANDO UM NOVO CENÁRIO - Diante da certeza de retorno da Universidade às atividades presenciais, quando isso for possível, o Comitê tem realizado uma série de discussões para a definição de parâmetros nos diversos setores envolvidos nos debates. 

Uma das possibilidades discutidas é a implantação de cabines e totens de desinfecção. As cabines não foram bem avaliadas, por serem materiais regularmente usados em ambientes controlados e com efeitos comprovados em roupas de proteção, o que não se verifica no contato direto com a pele das pessoas. Já as estações de dispensação de álcool gel ou outro sanitizante devem ter sua implantação estabelecida para as unidades acadêmicas e administrativas, facilitando o acesso e a prevenção.

Um dos pontos de maior preocupação é a busca por novos modelos para o fornecimento de alimentação pelos Restaurantes Universitários. A concentração excessiva, principalmente no horário do almoço, terá que ser repensada. Novas soluções começam a ser desenhadas, como as possibilidades de descentralização, ampliação do horário de atendimento, escalonamento do fluxo e ordenamento da circulação. 

Uma proposta que está em elaboração e deve ser implantada, mesmo antes do retorno pleno das atividades presenciais, é o monitoramento das condições e da circulação de estudantes e servidores por intermédio do aplicativo Minha UFOP, desenvolvido pelo Núcleo de Tecnologia da Informação. A proposta é disponibilizar recursos de identificação e acompanhamento de pessoas que venham a se infectar, resguardando as informações pessoais e adotando medidas para a proteção desses indivíduos e de toda a comunidade. 

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