Ir para o conteúdo

Doutorando da UFOP desenvolve pesquisa sobre Doença de Alzheimer

Twitter icon
Facebook icon
Google icon
Juliana Baeta
Os mecanismos envolvidos na gênese da Doença de Alzheimer são o tema da pesquisa do doutorando Leonardo Brandão Barreto , aluno do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (Biotec) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Vinculado ao trabalho e fruto da parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Ouro Preto, funciona na Policlínica da cidade em um ambulatório de atendimento para pacientes com queixas de alteração de memória e suspeita da doença.
 
O trabalho está vinculado ao ambulatório de atendimento para pacientes com queixas de alteração de memória e suspeita da doença da cidade de Ouro Preto, o qual funciona na policlínica do município e é fruto de parceria entre a Universidade e a Secretaria Municipal de Saúde.
 
A partir dos atendimentos no ambulatório, os pacientes são divididos em três grandes grupos de idosos acima dos 65 anos de idade: os que não possuem queixas de alterações de memória ou distúrbio de comportamento; os que têm deficiência cognitiva leve, isto é, que possuem alteração de memória; e aqueles com diagnóstico de suspeição de Doença de Alzheimer, ou seja, aqueles com alteração de memória, comportamento de linguagem e inter-relação. 
 
Com acompanhamento ao longo de três anos, os pacientes vão ser submetidos a exames clínicos e complementares, que utilizarão dosagens de substâncias na urina, no sangue e nos cabelos. O objetivo é tentar determinar se existe um perfil de alteração nos exames que vai poder identificar se o idoso saudável evoluiu para alteração de memória e se o paciente que possui alteração de memória evoluiu para o declínio cognitivo maior, cuja principal condição é a Doença de Alzheimer.
 
Segundo Leonardo, a finalidade do trabalho é não só oferecer atendimento em Ouro Preto e na microrregião dos Inconfidentes com o ambulatório, mas também compreender adequadamente a origem da doença. "Uma vez que você compreende a gênese, você consegue não só executar um diagnóstico precoce, como também futuramente executar tratamentos mais adequados, que sejam mais resolutivos para o problema", conta ele.
 
A pesquisa envolve a Escola de Medicina (Emed), o Laboratório de Neurobiologia e Biomateriais, o Laboratório de Geoquímica do Departamento de Engenharia Geológica (Degeo) e o Laboratório Piloto de Análises Clínicas (Lapac) da Escola de Farmácia (Efar). Além disso, o estudo oferece subsídios ao doutorado de Leonardo, desenvolvido sob a orientação da professora do Departamento de Ciências Biológicas (DECBI) Katiane de Oliveira Pinto Coelho Nogueira e com a coorientação do técnico do laboratório de Geoquímica Leonardo Brandão Nogueira e da professora do Departamento de Analises Clinicas (DEACL) Carmen Aparecida de Paula.

Veja também

23 Julho 2026

A pesquisa "Educação Ambiental e Gestão do Saneamento: Uma Análise Crítica da Mudança de Conduta Frente à Racionalidade Neoliberal", desenvolvida...

Leia mais

23 Julho 2026

A aluna do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFOP (PPGCOM) Jade Iasmin apresenta o documentário "O Afeto é Ancestral"...

Leia mais

21 Julho 2026

Integrantes do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) fizeram, na semana passada, uma visita técnica às ruínas de um...

Leia mais

17 Julho 2026

No último dia da Semana do Engenheiro de Minas (Mineracom 2026), realizada em Belo Horizonte, no início do mês, o...

Leia mais