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Campus Aberto "Convivendo com você" reforça integração entre Universidade e comunidade

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Flávio Reis
Um menino de óculos de sol, boné azul e camiseta amarela segura uma bola de futebol em um parque gramado, rodeado por árvores. Ao fundo, diversas pessoas interagem, e uma mulher relaxa em uma rede listrada.
A Universidade Federal de Ouro Preto promoveu mais uma edição do Campus Aberto, com o objetivo de aproximar moradores locais da comunidade acadêmica. As atividades foram realizadas no sábado (1º) e contou com  diversas atividades de lazer, cultura e convivência. Foram ofertadas oficinas de slackline, confecção de pipas, manutenção de equipamentos elétricos, aerodance e prática de tai chi chuan. 
 
Além das atividades de lazer, foi realizada confecção de carteira de identidade com o projeto Van itinerante Câmara Municipal - da Casa Legislativa de Ouro Preto. O PET farmácia ofereceu teste para identificar o tipo sanguíneo e teste de glicemia capilar, que aponta a concentração de glicose no sangue. Acácio Manuel de Carvalho, técnico no laboratório de Farmácia da UFOP, foi um dos que pararam para realizar o teste de glicemia e para identificar seu grupo sanguíneo. Sobre o Campus Aberto, ele ressaltou ser "uma oportunidade de integração das pessoas do bairro com a Universidade. É muito legal a gente ver as pessoas vindo com as crianças, é muito bom”. 
 
O reitor Luciano Campos participou de diversas atividades e lembrou da importância da aproximação da Instituição com a comunidade local.  “A nossa ideia é fazer com que a população entenda que a Universidade pertence à comunidade, ou seja, estamos em uma instituição pública e como instituição pública todos são donos, não só professores, técnicos e alunos”, frisou. Luciano assinalou ainda que essa é a oportunidade da Universidade ir além da formação, oferecendo atividades de lazer, cultura e arte. 
 

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Flávio Reis
Um homem barbudo de óculos de sol, camiseta magenta e shorts pretos, descalço, sorri enquanto segura as mãos de uma menina pequena, ajudando-a a caminhar descalça sobre uma fita de slackline amarela em um parque.
Oficina de slackline atraiu participantes do evento
 
DAS ARTES AOS REPAROS DOMÉSTICOS - Durante todo dia, a Sala de Vidro localizada no Centro de Vivência recebeu participantes do evento que tiveram a oportunidade de contemplar a exposição das obras de arte ”Da Casa- artes da UFOP", produzidas por servidores TAEs, com diferentes linguagens artísticas, como fotografia, pintura, artesanato e tricô. Mariana Laiz de Lima, mestra em Engenharia Ambiental, gostou da experiência. "Tá tudo muito bonito. Acredito que arte é uma coisa muito pessoal, a gente olha e mexe com a gente”, refletiu. 
 
O Centro de Convergência também foi local de encontro, onde foi possível fazer um lanche entre amigos, ter uma boa conversa e aprender a realizar a troca de equipamentos elétricos, como chuveiro, interruptores e boquilhas de lâmpadas, tudo explicado na oficina “Noções de reparos elétricos residenciais para mulheres”. Tudo foi mostrado com dicas de como agir para realizar a troca de forma segura. 
 
ESPORTE E LAZER - A prática de esporte animou esta edição do Campus Aberto, com partidas de vôlei, prática de slackline, futebol e soltura de pipas. Para Arthur Mendes, estudante de licenciatura em Educação Física e integrante do projeto “slackline-equilíbrio para a vida”, o projeto tem como objetivo democratizar o acesso do slackline à população, já que a prática do esporte contribui com a saúde mental. “Estamos aqui para ajudar, tem pessoas que chegam com alguma experiência, outras não, mas estamos aqui pra isso. É muito bacana ver o pessoal interessado na prática do slackline”. O slackline consiste em andar, saltar e até realizar manobras em uma fita flexível presa em dois pontos fixos como duas árvores, desafiando o corpo e a mente. 
 
José Marcos Gonçalves, morador de Ouro Preto, veio aproveitar o dia de lazer com os filhos e relatou a importância da Instituição para a população. “Este momento é muito importante. A UFOP é distante para muitos. Para muitos é só um sonho de estudar, mas a Universidade é mais que um lugar de estudo. É um lugar para proporcionar a inclusão das pessoas da comunidade”, comentou. Arthur, de 8 anos, também morador de Ouro Preto, aproveitou para soltar pipa. "Eles me deram uma pipa, agora estou soltado”, comemorou. Larissa, de 10 anos, também demonstrou alegria ao contar que aprendeu a fazer pipas na oficina e conseguiu participar das atividades esportivas. “Participei do jogo de vôlei, joguei bola, andei de slackline e não achei difícil“, vibrou.
 

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Flávio Reis
Duas jovens sorridentes, uma com cabelo curto e óculos escuros e outra de cabelo cacheado e óculos de grau, sentam-se em degraus, entre hastes de grama e um corrimão azul
O público também acompanhou atrações musicais durante o Campus Aberto
 

 

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